Este livro é uma porta. É preciso, nesse caso, abri-la muitas vezes, sem saber o que há do outro lado. Nesta publicação de Paulo Zan, o leitor se encontrará às margens de um território em colonização, numa cidade do interior, em secretas passagens subterrâneas, numa beira de estrada em meio ao breu. Estas narrativas curtas e imersivas compõem o tipo de livro que merece acompanhá-lo na mochila, (entre)aberto nas brechas do dia, como quem mergulha com alívio na ficção cercado pelo real, no intervalo do almoço, no ônibus, numa fila de espera. Emergir de volta pode ser difícil. […]
Dividido em duas partes, com 16 contos no total, é difícil definir por um este livro. O autor, atravessado pelo verdor da idade, é um explorador da escrita e seus caminhos, e não hesita em se aventurar pelas formas, gêneros e estilos. Felizes aqueles que não temem a palavra, instrumento de descoberta. Escrever acima de tudo, talvez isso defina Paulo Zan. Pouco a pouco, nasce o escritor. [Trecho do texto de orelha – Ayla Cedraz]
Detalhes:
Autor: Paulo Zan | Tipo e formato: brochura, 14x21cm | Material: papel Couche Fosco 250g/m² (capa); papel Pólen Bold 90g/m², impressão p&b (miolo) | Encadernação: por gráfica | Número de páginas: 126 | Idioma: português | ISBN: 978-65-84987-00-5.
SOBRE O AUTOR
Paulo Zan é o nome artístico de Paulo Alexandre Trindade Freire, 22 anos, estudante de Filosofia pela Universidade Federal da Bahia. Já publicou os contos: “Clube dos suicidas”, pela Antologia do Pacote de Textos (Org. Rafael Caneca, 2021); “Ossos do Ofício”, pela Acaso literário Vol. 1 (Org. Simone Campos, 2021); e “Corpo carbonizado no chão do meu quarto” (KDP, 2021). Além disso, publicou um romance: As visões de Olímpio Fonseca (KDP, 2021). É apresentador do Orgulhoso Cast, um podcast de literatura.
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